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11/06/2025Por Percival Maricato, Vice-presidente do Visite São Paulo Convention Bureau e diretor da ABRASEL e Sócio da Maricato Advogados Associados
Todos os anos, na data de celebração do Dia dos Namorados, restaurantes, bares e casas de show ficam em polvorosa. Estimam – e sempre confirmam que serão procurados por mais clientes do que a capacidade de atender. Por conta disso, muitos casais, talvez a maioria, avaliam não valer a pena procurar por local agradável. Acreditam, na melhor das hipóteses, que para conseguir um lugar vão esperar algumas horas na fila e depois lidar com um atendimento aquém do desejável.
Infelizmente, esse contexto se repete há muito tempo. Assim, perdem todos. Namorados se chateiam. Empresários se irritam. E até a cidade perde porque o movimento poderia gerar mais retornos para os cofres.
Para lidar com esse momento especial de atender os enamorados (o melhor período da vida), com todo esmero e atenção possível, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, ABRASEL, propõe uma feliz solução: transformar o dia em Semana dos Namorados.
A entidade propõe que os namorados sejam atendidos, com promoções, entre 9 a 15 de junho, evitando-se os atropelos característicos da comemoração em um único dia.
A semana dos namorados pode ir além dos bares, restaurantes, casas de show.
As demais atividades comerciais, turísticas, culturais, esportivas deveriam investir na ideia, fazendo promoções para os casais que se declararem enamorados. Museus, cinemas, teatros, shoppings, lojas comerciais, agências de viagem, hotéis, todos deveriam abrir suas portas com promoções para recebê-los. Com certeza vão faturar muito mais, ganhar clientes e injetar a economia com maior fluxo, econômico, mais empregos, mais tributos recolhidos
Haverá, sem dúvida, impacto sobre a cidade. Mais festa, mais alegria e comemorações, mais gente pelas ruas.
São Paulo tem a obrigação de ser a Cidade a transformar o tempo de desfrute desse momento alegre, feliz, com promoções, atrair turistas.
Esperemos que a proposta receba apoio dos demais setores econômicos e do poder público, se torne realidade e com o tempo uma festa tradicional. Os namorados merecem, os empreendedores e a cidade também.
